| VARIEDADES | |
| Projeto conta história do Acre nas escolas Documentário foi exibido para um público de cerca de 16 mil |
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O documentário “Revolução Acreana”, produzido pelo cineasta Adalberto Queiroz, que fala da história do Estado, está sendo exibido em escolas da rede estadual de ensino. Até agora, aproximadamente 16 mil alunos, professores e outros participantes assistiram ao filme, em diversos municípios. A iniciativa é da Associação Acreana de Cinema (Asacine). O vídeo, que tem 35 minutos de duração, sintetiza cerca de 150 anos da história do Acre. Aprovado pela Fundação Elias Mansour, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, o projeto intitulado “Nossa História na Escola” percorreu até agora uma média de 30 escolas nos municípios de Rio Branco, Xapuri, Brasiléia, Epitaciolândia, Assis Brasil e Plácido de Castro, faltando apenas Porto Acre em sua rota. A meta é que até o fim do ano, sejam visitadas 50 escolas. E futuramente os organizadores pretendem levar o projeto às cidades do Vale do Juruá. Estão sendo realizadas em torno de 10 sessões em cada escola durante os três turnos. O autor da proposta conta que se não fosse a falta de espaço adequado, poderiam ser feitas menos sessões com um maior número de participantes. “Temos de realizar várias sessões para que possam abranger a todos”, diz Adalberto. O projeto, que também conta com o apoio da Papelaria Arnaldo, tem para o próximo ano uma outra proposta, que é a de reproduzir e distribuir o documentário, principalmente nas escolas, para que seja fonte de pesquisa. “Revolução Acreana” é fruto de uma pesquisa de quase dois anos, período em que também foram feitas algumas filmagens. O texto de Adalberto tem a participação fundamental e especial de Crescêncio Santana, que contribuiu com suas pesquisas, e a narração do jornalista Nonato Cruz. Além de Adalberto, Gabriel Barbosa, Inês de Andrade e João Bosco, com o apoio de Toni Van e a coordenação de Antonio Nascimento, são os nomes que formam a equipe encarregada de apresentar a produção aos estudantes, que depois de exibida é tema de debate nas salas de aula. “Estamos sendo recebidos com a maior distinção, respeito e carinho nas escolas. Depois de 30 anos de luta pela edificação do cinema, é muito gratificante estar recebendo apoio em um trabalho itinerante que está sendo consagrado pelo público como algo que acrescenta o estímulo e aflora o sentimento de ser acreano diante do conhecimento que traduz a luta heróica de milhares de nordestinos que descortinaram a borracha, dando ao Acre inquestionáveis legados históricos”, diz Adalberto. |
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