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Escrito por Do Editor - editoria@pagina20.com.br
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09-Fev-2010 |
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Os cidadãos de outras cidades, Estados ou países vizinhos que visitam Rio Branco pela primeira vez geralmente rotulam a capital acreana como uma cidade que zela bastante pela limpeza nas ruas. Não há como negar o empenho do poder público para que a cidade seja vista dessa forma.
No entanto, como em toda regra existem exceções, há também os que contribuem para que a sujeira esteja em maior evidência que a limpeza. Isso pode ser visto em algumas praças e pontos turísticos do município que, embora estejam repletos de lixeiros (alguns com coleta seletiva), acabam sendo vítimas desses “espíritos de porco”.
Não se pode esquecer também o lixo que teima em cair da janela dos carros, os entulhos que se acumulam em terrenos baldios e os que são jogados nos rios e igarapés. Como todos sabem, grande parte desse lixo doméstico vai parar nos esgotos, contribuindo diretamente para que uma hora de chuva provoque diversos pontos de alagamento na cidade.
De nada adiantará todo o empenho do poder público na intenção de manter Rio Branco uma cidade limpa se os cidadãos que vivem no município não colaborarem para que a limpeza prevaleça. A consciência de cada cidadão é um fator preponderante para que esse objetivo seja alcançado.
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