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Escrito por José Cláudio Mota Porfiro
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25-Nov-2009 |
Eu tenho uma história digna de ser contada para o mundo. Nunca fui muita coisa, mas influo até um pouco. Sou de origem humilde. Vim de Xapuri. Meu pai era estivador e minha mãe, lavadeira; e por aí vai. LUIZ INÁCIO também tem uma história de vida muito bonita e deve servir de roteiro de filme, sim, como serviu. Lula é um exemplo para as camadas mais pobres que buscam um lugar ao sol, com os devidos cuidados e limites. O filme LULA, O FILHO DO BRASIL vai bombar, principalmente no exterior, onde o metalúrgico é tido como o maior estadista do século XXI, apesar de não falar como o Caetano Veloso recomenda. Aí, apareceu o José Aníbal, o Cérbero do PSDB, a dizer que se trata de uma grande armação propagandística. Ora, o Zé é paulista e filho de rico, logo, não tem história alguma para contar. É como o Fernando Collor cuja história agora fica ainda mais podre porque há um ano não paga a pensão da ex-primeira dama. É como a história da Iêda Cruzius que enlameia o elenco dos grandes governadores gaúchos. É como a história do Aécio Neves que é escorada na do velho Tancredo Neves, seu tio morto. E, no Acre, quem é esse Geraldinho? É o violonista do Paço? É o cantor ressuscitado? De quem se trata?
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